Bioporã Reciclagem Total

07.10.18

Reciclagem é um tema importante para todos nós, indústria e consumidores, empresários e clientes. Infelizmente, nossa cultura de reciclagem ainda está engatinhando, ainda mais se comparada a de países como Japão e Suíça, que chegam a multar quem joga resíduo errado no lugar errado.

Para micro-empresas como a nossa, não há incentivos governamentais que nos incentivem ou obriguem a reciclar. É preciso ter consciência ambiental para isso e entender que responsabilidade é investimento na marca. Aí é aquele jogo de cintura para viabilizar um programa neste sentido.

Aqui na Bioporã, iniciamos o Bioporã Reciclagem Total em 2017, visando as embalagens comercializadas no ano anterior.

Conheça em detalhes nosso programa e como estamos construindo uma empresa ambientalmente responsável.

Muitos clientes perguntam porque não recolhemos as embalagens para reutilização em nossa fábrica. A resposta é bem simples: como trabalhamos numa escala bem pequena se comparada à das grandes indústrias, não temos volume para viabilizar a logística reversa ou para implantar um setor de limpeza de embalagens retornáveis em nossa fábrica. O preço final iria lá para cima.

Mas pra tudo tem uma solução!

Então a gente investe em rótulos de fácil remoção para vocês reutilizarem seus potinhos guardando temperos, clipes, botões, farinhas e até usar como copo!

E também seguimos firmes com nosso programa Bioporã Reciclagem Total que, como disse, garante a reciclagem de um volume equivalente a todas as embalagens que colocamos no mercado e no mundo.

É o mínimo. E nos faz dormir mais tranquilos que pelo menos este mínimo estamos fazendo.

Aho!

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Vegetarianismo é saudável?

30.09.18

Vegetarianismo? Se o papo é sério, faz bem conferir se temos os mesmos entendimentos sobre os conceitos colocados à mesa.

Saúde, por exemplo. O conceito se restringe ao seu bem estar, do seu grupo de convivência, de todos os sapiens ou abrange também os recursos naturais, como ar, água, solo e todas as demais espécies vegetais, animais, algas, bactérias etc? Para nós, saúde é um conceito que abrange o TODO, o planeta como um organismo único.

Nesta perspectiva, indivíduos e recursos são como células. E se parte delas não está bem, inexiste saúde plena.

A gente queria trazer esta reflexão em virtude do Dia do Vegetarianismo, celebrado amanhã. Acreditamos que este movimento representa um passo super importante para ampliarmos nosso conceito de saúde, sem se limitar à causa animal.

Pois é possível praticar uma dieta 100% vegetariana altamente nociva para sua saúde e a saúde do TODO. Alimentos altamente processados ou que geram enormes passivos sociais e ambientais passam por “vegetarianos” e a grande indústria sabe bem disso.

Coca-Cola, salsicha de soja e batata frita? Pesquise sobre o volume de água contaminada gerada na produção de refrigerantes, o processo de desertificação causado pela monocultura de soja e a contaminação de corpos hídricos causada por óleo vegetal queimado. Sem contar nas calorias vazias destes alimentos: zero nutrientes e altos índices de sal e açúcares refinados.

O vegetarianismo é um caminho que tem o potencial de ir além do prato. Assim mudamos nossos hábitos de consumo e passamos a valorizar o que é saudável de verdade.

Pense nisso. Bora expandir nossos conceitos!

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Estamos na safra do cajuzinho do Cerrado!

29.09.18

Um caju que cabe bonitinho na palma da mão e inteirinho na boca: cajuzinho do Cerrado! E estamos na safra! Quem aí conhece?

Ao lado da castanha de baru, do jatobá, pequi e tantos outros, é uma das maravilhas do nosso amado Cerrado, bioma riquíssimo em biodiversidade e que precisa ser protegido antes que suma do mapa!

Aqui na Feira do Pequeno Produtor de Alto Paraíso tem. Ou também dá para colher direto do pé fazendo uma trilha pela Chapada dos Veadeiros!

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O mundo de nossos bisavós e o mundo onde os bisavós seremos nós

25.04.18

A alimentação de nossos bisavós era tão diferente da nossa que nem parece que somos, nós e nossos ancestrais próximos, da mesma espécie ou planeta. Nossas bisas e bisos não consumiam, para se ter uma ideia, nem metade dos alimentos industrializados que abastecem nossas geladeiras e despensas.
Transgênicos basicamente não existiam e o uso de agrotóxicos era insípido ou inexistente. O leite não era pasteurizado. Os animais não eram alimentados à base de dietas ricas em hormônios nem bombardeados com antibióticos. Aditivos artificiais? Hein?

A alimentação de nossos bisavós e o almoço de hoje

Naquele mundo ali pertinho de 80, 100 anos atrás, as pessoas conheciam muito melhor seu alimento. Por exemplo: você sabe de onde vem o pão integral em fatias que você comprou outro dia no supermercado? Ou aquele suco engarrafado? Ou o chocolate 70%? No tempo de nossos bisavós, quem fazia o pão era o padeiro da esquina. Suco engarrafado? Ficou doido, menino? Espreme essa laranja aí! Chocolate? Vai a rapadura do sêo Sinomar, que faz na fazenda dele e aparece na rua toda semana vendendo.

Era um mundo de alimentos predominantemente frescos, artesanais, livres de aditivos artificiais e todo tipo de padronizadores e realçadores de sabor, cor e aromas. Geladeira era item que ainda estava se popularizando. E o secos e molhados, precursor dos empórios naturais, vendia a maioria de seus produtos a granel.
Atualmente, é quase impossível passar um dia sequer sem consumir algo industrializado, refinado, adoçado, hidrogenado e por aí vai.

Medicina natural

E se a alimentação de nossos bisavós era outra, seu conhecimento acerca de ervas, folhas, raízes, frutas, chás e alquimias naturais para conservar e recuperar a saúde, em comparação com o nosso, era substancialmente maior.
Muitos deles viveram até meia idade sem tomar nenhum tipo de antibiótico. Na hora do aperto, ou se conhecia plantas e suas propriedades, ou procurava-se quem conhecesse. Um conhecimento que está se extinguindo na velocidade em que nos viciamos em smartphones e afins.

Nos anos 40, o surgimento de alimentos industrializados começa a se popularizar, mas a dieta base ainda era composta por alimentos integrais e minimamente processados

“Colocou no prato, tem que comer”

Outra lição valiosa que podemos creditar a nossos bisavós e avós é a cultura do mínimo desperdício de alimentos, e aqui se inclui formas criativas de se aproveitar o que de outra maneira simplesmente iria parar no lixo.
Só quem viveu escassez de alimentos, ou passou por muitos sacrifícios para colocar comida na mesa – sabe que dá para aproveitar casca de abacaxi, de banana, talos de verduras, cascas de raízes e mais um monte de coisas. O lance era aproveitar tudo mesmo, não desperdiçar nenhuma proteína ou nutriente. Até que ponto fazemos o mesmo?

E quando os bisavós formos nós?

Hoje em dia, é super comum ver crianças penduradas em tablets e smartphones e que talvez nunca tenham visto uma galinha de verdade, apesar de comê-las todos os dias. E nós somos os pais dessas crianças.
A oferta de alimentos, em diversidade e quantidade, aumentou. Mas em termos de qualidade, isso é bastante questionável. O que iremos compartilhar com nossos netos, bisnetos? Será que seremos modelos de hábitos saudáveis para eles? Se chegarmos vivos e com saúde até lá, certamente teremos nossos méritos e algo relevante a dizer.
Think about it.
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Quando a criatividade vira… uma mostarda revolucionária!

18.04.18

Sabe aquela alegria que dá na gente quando sabemos ter feito algo incrível? Pois estamos super curtindo esta brisa com o lançamento de uma mostarda revolucionária (e explicamos o porquê do adjetivo mais abaixo): a Mostarda Rústica Bioporã! E a gente gostaria de contar pra você porquê estamos super convencidos de ter criado este produto!

Falta de opção: mãe da inovação

A gente sempre curtiu muito mostarda. Que sanduba, salgado, pizza ou snack não ganha um up com a iguaria? Mostarda tem sabor de domingo, de família, de amigos, de encontros e risadas!

Só que, cá para nós, encontrar uma mostarda decente no mercado, ainda mais quando a gente tenta evitar todos estes artificiais artifícios das grandes indústrias de alimentos em seu eterno labor em adoçar, realçar, aromatizar, colorir, padronizar e conservar seus produtos.

O que fazer? A saída foi fazer o que sempre fazemos: vamos fazer nós mesmos a nossa mostarda. E como? Conferindo o que temos na despensa e colocando a criatividade para funcionar.

Mostarda Rústica Bioporã: prepare-se para uma nova paixão!

Mostarda se faz com semente de mostarda. E que tal experimentar uma base de castanha de caju, ingrediente super brasileiro e abundante? Sim! Um toque de cúrcuma, verdadeira dádiva nutritiva. Vinagre? Pega aquele orgânico premium de maçã! Pimentinha do reino, pitada de sal marinho, põe pra moer no moinho de pedra e… Gente! IN-CRÍ-VEL! 

Uma mostarda super saborosa, mas sem aquela forte adstringência e sabores artificiais das mostardas convencionais. Aroma e cor naturais dos próprios ingredientes. Alimento autêntico. Nenhuma tentativa de ludibriar seus sentidos. É paixão certa!

Castanha de caju, curcumina, piperina… Experimenta isso, menina!

E sabe o que torna faz toda a diferença na qualidade nutricional?

O vinagre de maçã orgânico e a adição de cúrcuma e pimenta do reino. A curcumina está entre os compostos bioativos mais medicinais da natureza: um super antioxidante e anti-inflamatório que aumenta a imunidade, previne o câncer, Alzheimer, artrite e também atua como antidepressivo. Mas para melhorar a biodisponibilidade da curcumina, recomenda-se o uso associado à piperina, princípio ativo da pimenta do reino, outro ingrediente presente em nossa mostarda.

A curcumina é solúvel em gordura. Por isso, para ser prontamente absorvida, é ainda melhor usá-la com uma gordura saudável como a castanha de caju. Com a combinação de ingredientes da Mostarda Bioporã garantimos que as propriedades benéficas destes alimentos cheguem até você com muito sabor e praticidade.

Sem exageros, uma mostarda revolucionária

E o que exatamente é uma mostarda revolucionária? É simplesmente uma mostarda que traz uma ideia nova e irresistível. Anote aí: daqui a pouco vai ter muita gente querendo imitar nossa mostarda. E isso é ótimo! É exatamente o que queremos: revolucionar a alimentação!

Pois estamos mostrando que é possível fazer uma mostarda ótima para o paladar e melhor ainda para a saúde. Basta ser criativo, simples e honesto com a saúde e os sentidos de quem consome os alimentos que oferecemos. Presta atenção, big industry!

Passa a mostarda, papai! Da Bioporã!

Põe no burguer, come com a pizza, passa no salgado, recheia a tapioca, dá o toque no sanduíche, faz um molho pra salada, surpreenda você, surpreenda sua família e amigos! Pode ir sem medo, porque a Mostarda Rústica Bioporã é mais um produto inovador e de altíssima qualidade que temos muito, mais muito orgulho mesmo em oferecer a você!

 

 

 

 

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